A Free Software Foundation fica do lado do Google contra a Oracle

Demorou, mas a Free Software Foundation (FSF) finalmente fez uma declaração em relação ao processo da Oracle contra o Google. Eles ficaram do lado do Google.

O problema poderia ter sido evitado se tivessem usado o IcedTea, disse Brett Smith, da FSF que está licenciado sob a Licença GPLv2. A declaração diz:

Um processo agressivo de violação de patentes é um claro ataque contra a liberdade de todos de usar, compartilhar, modificar e redistribuir softwares. Liberdades essas que todos deveriam ter. A Oracle quer tirar esse s direitos não só do Google, mas de todos os usuários do Android.

Por outro lado, Florian Mueller – um grande opositor de patentes de software – não acha que o IcedTea iria fazer muita diferença. Ele escreveu isso hoje de manhã:

A idéia de que os defensores do GPL é que o proprietário de um projeto (no caso, a Oracle, que comprou a Sun) licenciado sob essa licença não pode usar suas patentes contra uma modificação desse projeto. Então, na teoria, se o Google usou o código do Java (que é GPL) como base para sua própria máquina virtual, a FSF argumenta que a Oracle reivindica um direito de patentes implícito. Entretanto, a FSF pode estar errada, e as patentes também poderiam ter relação também com as modificações.

Essa estratégia legal deveria ter funcionado no GPLv3 – acrescenta ele – mas ela não foi bem aceita pela indústria justamente por conta dessa cláusula de patentes.

As patentes se tornaram armas estratégicas. Elas foram criadas nos tribunais, não nos Congressos e ambos se recusaram a reijeitá-las. Agora que cada grande empresa tem um arsenal dessas patentes, eles têm o recurso que queriam para ganhar vantagem corporativa.

A questão é que o objetivo de uma patente – assim como copyright – é encorajar a produção de coisas cada vez melhores, e não deixar os herdeiros de inventores, escritores e atores de cinema ricos.

As patentes de software da Oracle encorajam a inovação ou desencorajam? Haveria mais inovação com ou sem patentes?

O Firefox 3.6.9 traz várias atualizações de segurança

O Firefox 3.6.9 agora suporta o X-FRAME-OPTIONS header, que habilita que servidores da web proíbam a abertura de páginas em frames. O Clickjacking envolve um website malicioso que insere um frame transparente. É possível, por exemplo, colocar o Facebook em um frame transparente e o usuário estará clicando em elementos transparentes ao invés de elementos no site do facebook. Dessa forma o site pode persuadir os usuários a informar dados importantes ou se contaminar com vírus.

Só esse ano, centenas de milhares de usuários do Facebook foram vítimas desse tipo de ataque. A nova opção do Firefox impede que os usuários sejam enganados com essa técnica. Apesar de o Internet Explorer 8 e o Google Chrome já suportarem essa opção, o Facebook ainda não usa ela.

Essa última versão também repara mais de 14 bugs de segurança, e os desenvolvedores classificam pelo menos dez como críticas. Na versão para Windows, foi corrigido um bug que abria brechas a partir de uma arquivo DLL. As mesmas vulnerabilidades foram consertadas no Firefox 3.5.12, no Thunderbird 3.1.3 e 3.0.7, e também na versão 2.0.7 do SeaMonkey – a suíte de internet da Mozilla.

As atualizações estão disponíveis para Windows, Mac OS X e Linux, e todos os usuários são estimulados a atualizar assim que possível. Os usuários atuais podem aguardar a notificação automática ou ir em Ajuda / Verificar atualizações.

Microsoft on Open Source

O vídeo é da própria Microsoft, falando como está interagindo com a comunidade Open Source. Postei o vídeo aqui por achar – no mínimo – intrigante. O áudio está em português de Portugal.

Lembre-se que Open Source (código aberto) é diferente de Software Livre (Free Software). Se quizer entender a diferença, leia esse artigo: http://br-linux.org/faq-softwarelivre/


Anuciado o lançamento de OilRush: Jogo de estratégia terá versão para Linux

Screenshot do Jogo OilRush

Em Julho foi noticiado que a Unigine Corp, empresa por trás do motor 3D Unigine estava trabalhando no seu próprio jogo de estratégia. O anúncio deveria ter sido feito no fim daquele mês, depois houveram boatos de que ele sairia no meio de Agosto, e agora o anúncio oficial finalmente saiu.

O nome do jogo é Unigine OilRush e estará disponível para Linux! O jogo se passa em um futuro apocaliptico em que o mundo todo está debaixo d’água (Waterworld?) e os jogadores tem que brigar pela posse do petróleo. Será que esse vai ser o melhor para Linux de 2010?

É quase certo que o jogo não será liberado sob uma licença aberta, mas pode ser considerada uma grande vitória para a comunidade Linux. Inciativas como essa ajudaram a trazer novos usuários para o sistema. A Unigine é uma empresa “amiga do Linux”. Ela sempre fez lançamentos utilizando OpenGL e o jogo será lançado ao mesmo tempo no Linux e no Windows.

Clique aqui e veja mais screenshots do jogo. Veja abaixo o vídeo de lançamento:


Lançado o KDE Software Compilation (SC) 4.5.1

Foi anunciado o lançamento do KDE Software Compilation (SC) 4.5.1 menos de um mês depois do lançamento da versão 4.5.0. Essas foram as principais correções:

  • Bugs relacionados à estabilidade do 4.5;
  • Melhorada a ergonomia de movimento de aplicativos nos painéis Plasma;
  • Listagem de dispositivos UPnP;
  • O KWin agora possui mais configurações;
  • Os aplicativos de notícias e meteorologia atualizam corretamente os dados quando a conexão é restaurada.

KDE Plasma Desktop

Uma lista de mudanças pode ser encontrada no change-log. É esperado o lançamento do KDE SC 4.5.2 em 30 de Setembro. A versão 4.6 é esperada para o fim de Janeiro do próximo ano. Veja mais detalhes no site do KDE.

O KDE é um time internacional de tecnologia que cria software livre e de código aberto para desktop e dispositivos portáteis. Juntamente com os produtos KDE está um moderno sistema de desktop para plataformas Linux e UNIX, aplicações para escritório e centenas de softwares para os mais diferentes propósitos, incluindo aplicações para internet, multimidia, educacionais, de entretenimento, gráficas e desenvolvimento de software. É traduzido em mais de 60 idiomais e construidos sob os melhores princípios de acessibilidade. As aplicações do KDE roadm nativamente no Linux, BSD, Solaris, Windows e Mac OS X.

A Oracle é contra Software Livre?

Tradução livre/adaptação do texto:
http://mybroadband.co.za/news/software/14529-Oracles-anti-OSS-stance.html

Será que finalmente a Oracle está mostrando seus verdadeiros “sentimentos” em relação ao Software Livre? Só se passaram alguns meses, mas os efeitos da compra da Sun pela Oracle já estão bem claros. E isso tem muito a ver com Software Livre.

O primeiro anúncio foi feito em Abril de 2009, mas a compra só foi finalizada em Janeiro desse ano. Junto com a Sun, a Oracle levou um pacote incluindo várias tecnologias chave no universo do Software Livre. Entre elas estão: Java, o banco de dados MySQL, o OpenOffice e o sistema operacional OpenSolaris.

A princípio apareceram algumas questões sobre como a empresa lidaria com esses software, mas pouco a pouco isso vem se tornando claro.

OpenSolaris

O primeiro a sofrer foi o OpenSolaris, que é um sistema operacional do tipo Unix. O conselho que toma as decisões em relação ao OpenSolaris, frustrado com a falta de comunicação da Oracle, fez uma ameaça de tomar decisões sem a empresa caso ela não indicasse um representante para o conselho.

A Oracle ignorou a ameaça e anunciou que o Solaris (o Open Solaris é uma versão livre do Solaris) seria o preferido pelos seus clientes, e que não haveria espaço para o OpenSolaris. Também disse que os desenvolvedores não teriam mais acesso ao código de desenvolvimento do Solaris e que apenas receberiam os códigos depois de lançamentos maiores. Antes o código era compartilhado diariamente com os desenvolvedores.

PostgreSQL

A próxima vítima foi o PostgreSQL, que não é propriedade da Oracle. O banco de dados (livre) é um competidor do MySQL, agora da Oracle. A Sun contribuia com a infra-estrutura de servidores para o desenvolvimento do PostgreSQL, mas no fim de Julho a Oracle derrubou esses servidores, deixando o trabalho do PostgreSQL no limbo, e levantando questões sobre o comprometimento da empresa com o Software Livre.

Java

A outra empreitada da foi processar o Google por uma alegação de que a empresa estava infringindo patentes do Java. A Google e a Sun inicialmente tentaram uma negociação sobre o uso do Java para o sistema operacional Android, que acabou não dando certo. Então, o Google se voltou para sua própria máquina virtual (Dalvik), que recompila o código Java para o Android. Esse foi o caminho encontrado para evitar as limitações do Java pela Sun. Isso acabou irrantando a Sun, mas como eles já estavam em negociação com a Oracle, acabaram não levando a história adiante.

9 Motivos que podem te convencer a usar o Debian GNU/Linux

Debian GNU/Linux

Este texto tentará expor as vantagens de se usar o Sistema Operacional Debian GNU/Linux, ao invés do Ubuntu ou Fedora, por exemplo. de início, podemos mostrar as principais vantagens da distribuição: suporte por um período mais longo, estabilidade, segurança, velocidade e liberdade.

Apesar de tudo, o Debian nem sempre é recomendado para iniciantes. Não sou contra o Ubuntu. Muito pelo contrário. É justamente ele que está fazendo o Linux renascer, tornando o Linux popular por sua facilidade de uso. Mas a partir do momento que você já conhece o sistema, poderia considerar a migração para o Debian, ainda mais se você estiver vindo do Ubuntu, que é baseado no Debian, e tem muitas coisas em comum com ele.

O artigo é uma adaptação/tradução do texto no seguinte link:

http://artipc10.vub.ac.be/wordpress/2010/08/16/why-prefer-debian-gnulinux-over-another-distribution/

1) Todas as versões estáveis do Debian GNU/Linux são suportadas por um longo período. A maioria das outras distribuições livres oferecem suporte de aproximadamente um ano e meio. As versões do Debian possuem um suporte mais longo. Por exemplo: O Debian Etch (4.0) teve suporte de cerca de três anos após o lançamento.

2) O Debian é mais estável que outras distribuições, por causa da grande quantidade de testadores e também pela maneira como ele é desenvolvido. Existem três versões: testing (teste), unstable (instável) e stable (estável). A versão unstable contém, de maneira geral, apenas software que é considerado estável – com algumas pequenas exceções. Quando um pacote fica na versão “unstable” por mais de 10 dias sem nenhum bug detectado, ele é movido para a versão “testing”, que por sua vez será movido para a versão “stable” somente depois que se tem a certeza de que não há nenhum bug, e que ele realmente está pronto.

Debian customizado usando o KDE

3) É possível utilizar vários repositórios de pacotes ao mesmo tempo. Na prática, isso quer dizer que você pode obter a última versão de uma aplicação específica, mesmo que ela não esteja nos repositórios oficiais. Assim você não precisa atualizar o sistema inteiro caso precise de atualização em apenas uma aplicação. Mesmo assim, as dependências garantem que todos os pacotes sejam atualizados, caso você queira.

4) É possível rodar um sistema bem atualizado sem sacrificar a estabilidade usando a versão de teste.

5) O Debian é rápido e sua inicialização é mais rápida que outras distribuições. É mais rápido abrir um programa no Debian que na maioria das distribuições.

6) É seguro por causa do suporte de cerca de três anos e também porque as atualizações de segurança são lançadas rapidamente.

7) Está disponível para diversas plataformas. Provavelmente você poderá instalar o Debian em qualquer computador que queira.

8) O Debian é muito “padrão”. Não são substituídos componentes padrões para suas próprias implementações como o Ubuntu está fazendo. Isso significa que não são colocadas “coisinhas decorativas” no sistema padrão, que além de tudo podem causar conflitos no sistema. É claro que se você quer personalizar seu sistema, tudo está disponível. Mas o Debian prefere manter tudo no padrão, o que garante a máxima compatilidade agora e no futuro, que é o que importa de verdade.

9) O Debian dá valor à liberdade. Ele só inclui pacotes livres na sua distribuição. Dessa forma você pode distribuir os CDs ou DVDs como quizer sem se preocupar com nada. Além disso, não é propriedade de nenhuma organização comercial. As decisões não são tomadas se baseando em interesses comerciais, mas sim no interesse da comunidade. Mesmo assim, se você precisa de suporte comercial, existem várias empresas dando suporte ao Debian no mundo todo.

Baixe a última versão do Debian aqui!

Como vai ser o Ubuntu 10.10?

Tradução/adaptação do artigo: http://news.yahoo.com/s/pcworld/20100826/tc_pcworld/whatwillubuntu1010looklike_1

Quando a Canonical noticiou recentemente que o Ubuntu 10.10 vai incluir o uTouch 1.10 – que permitirá suporte a multitouch (multi-toque) e manipulação por gestos – houve muita empolgação em relação ao seu uso em tablets.

Graças à nova tecnologia, os usuários da futura versão – também conhecida como Maverick Meerkat – poderão mudar de programa ou abas (por exemplo) usando gestos. Os usuários do Android já estão aproveitando o poder do toque, é claro, mas a nova tecnlogia vai trazer isso para o Linux Desktop.

O Maverick Meerkat está na terceira versão alpha – e tem lançamento esperado para 10 de Outubro (10/10/10). Os usuários atuais terão que decidir se vai valer a pena fazer o upgrade para a nova versão.

Abaixo estão algumas das principais mudanças:

1. Instalação mais simples

Estamos esperando uma instalação ainda mais simples. As opções de inicialização serão colocadas no próprio instalador, e são apenas duas: Experimentar ou Instalar. Um particionador simplificado permitirá ao usuário usar o disco inteiro ou o fazer o particionamento manual, e também será adicionada uma tela de seleção de Rede Wireless – o que será bem interessante para os novos usuários.

2. Suporte a processadores

Parece que não será incluso suporte a processadores mais velhos que i686, ou qualquer coisa anterior à microarquitetura Intel P6. Para a maioria dos usuários isso não será um problema, mais poderá afetar alguns usuários de máquinas mais antigas.

Apesar disso, é importante lembrar que a versão 10.04 LTS terá suporte até abril de 2012.

3. Ambiente e programas padrão

O Ubuntu 10.10 Alpha 3 usa a versão 2.6.35 do Kernel do Linux, que inclui uma série de melhorias de segurança, em comparação com as versões mais antigas. Também possui uma versão mais nova do Gnome (2.31).

O Firefox estará disponível na versão 3.6.8 por padrão, e o OpenOffice na versão 3.2.1. F-Spot será substituído pelo Shotwell, e um novo indicador de som será adicionado para centralizar os controles sonoros. O Evolution será atualizado para a versão 2.30, que é muito mais rápida que a versão que está no Ubuntu 10.04 LTS.

4. Central de Programas

Na versão 10.10, a Central de Programas do Ubuntu – ferramenta para procurar, instalar e remover software – irá ganhar ícones de “Destaque” e “O que há de novo?” na página principal, juntamente com uma aba “Histórico” mostrando os programas instalados recentemente. Também é esperado que seja mais rápido. Essas melhorias prometem tornar ainda mais fácil instalar novos programas.

5. Multitouch

O que está chamando mais atenção, é claro, são as opções de multitouch e controle de gestos, o que aparentemente permitirá que gestos básicos sejam criados e encadeados em “sentenças” mais sofisticadas. A Canonical criou uma API que responderá as gestos dos usuários.

Dell XT2

A empresa está focando seus esforços no Tablet XT2 – da Dell – como ambiente de desenvolvimento dessa novidade, mas é esperado que seja compatível com vários outros dispositivos de grandes fabricantes e com acessórios como o Magic Trackpad da Apple.

Para ficar mais por dentro dessas e outra mudanças na nova versão, você pode visitar o MaverickMovies no Ubuntu Wiki, que disponibiliza uma série de pequenos vídeos de demonstração.

O Ubuntu 10.10 Alpha 3 está disponível para download gratuitamente no site do projeto. Mas é importantíssimo lembrar que essa versão ainda está bastante “verde”, e só deve ser utilizada para testes. Caso você queira instalar no seu computador, é mais interessante esperar a versão final.

Firefox 4 Beta vem com novidades interessantes

Foi liberado o Firefox 4 Beta. Uma das grandes novidades dessa versão do navegador é que ele traz uma nova maneira de organizar suas atividades, que originalmente se chamava Tab Candy. Lembrando que a versão Beta é uma versão ainda em testes. A versão final será disponibilizada em breve.

O Tab Candy permite aos usuários agrupar e organizar abas em conjunto. Seu nome foi mudado para Panorama. Aza Raskin, desenvolvedor do Mozilla que criou o Tab Candy, descreve a novidade como “uma maneira para que os usuários vejam todas as suas abas, e que rapidamente possam encontrar e mudar de aba.”

A novidade ainda permite que você crie grupos como férias, trabalho, receitas, jogos etc. Qualquer coisa que faça sentido para você agrupar as abas. Quando você muda de grupo, apenas as abas importantes são mostradas na barra de abas, o que ajuda você a manter o foco no que precisa.

Outra novidade é o Firefox Sync, que antes se chamava Mozilla Weave. Ele permite que você sincronize tudo: desde favoritos e senhas, até as senhas que estão salvas. Na prática isso quer dizer que o Firefox que estiver instalado no seu computador em casa estará sempre sincronizado com o do trabalho, com o do notebook, e com qualquer um que você ative a sincronização, inclusive com o iPhone.

Baixe o novo Firefox em www.mozilla.com.

A Red Hat agora oferece suporte de até 10 anos

A Red Hat sabe que os clientes podem achar outra distribuição com muita facilidade, se não estiverem gostando do serviço.

A Red Hat está cuidando bem dos seus clientes – e essa é uma das vantagens do Software Livre. A gigante do Linux anunciou recentemente que ofertaria uma inscrição opcional para aumentar o ciclo de vida para 10 anos para sua versão enterprise. O ciclo atual é de sete anos, mais com a extensão, os clientes poderão obter suporte técnico e manutenção por mais três anos.

A opção está disponível para o Red Hat Enterprise Linux 3 e RHEL 4, e estará em breve para o RHEL 5. O RHEL 6 está em sua versão beta. Isso pode ser uma oportunidade para os que possuem servidores com o Red Hat Enterprise Linux 3, e estavam esperando o fim do suporte para Outubro de 2010. Agora esse clientes poderão – caso queiram – extender o suporte até 2013.

Essa é uma das grandes vantagens do Software Livre. A Red Hat não tem controle sobre o Linux, e sabe que os clientes podem achar outra distribuição com muita facilidade, se não estiverem gostando do serviço. Segundo a empresa, seu suporte extendido é o melhor entre as distribuições de Linux.